Impacto da Corrente e Polaridade na União de Alto Cromo
A escolha do tipo de corrente e polaridade para a união de ligas austeníticas com o bastão de alto cromo é crucial para o controle da penetração, o aporte de calor e a estabilidade do arco. Para a união de aços cromo-níquel, o processo TIG/GTAW exige a utilização de Corrente Contínua com Polaridade Direta (CC- ou DCEN). Essa polaridade concentra aproximadamente dois terços do calor na peça de trabalho, resultando em uma penetração profunda e estreita, ideal para uniões de raiz e chapas de espessura média.
Otimização do Aporte de Calor com CC-
O uso da polaridade direta garante que o eletrodo de tungstênio permaneça mais frio, o que é essencial para manter sua ponta afiada e estável. A estabilidade do arco é vital para a qualidade da junta, pois um arco errático pode levar a inclusões e porosidade. O metal de enchimento é alimentado manualmente na poça de fusão mantida pela energia CC-. A precisão do arco em CC- permite que o soldador controle rigorosamente o aporte de calor, minimizando a distorção da peça e o risco de sensitização. O controle do aporte de calor é um fator crítico na união de ligas austeníticas, pois o superaquecimento pode promover o crescimento de grãos e reduzir a tenacidade do material.
A escolha da corrente (amperagem) deve ser dimensionada para o diâmetro do bastão de alta liga e a espessura da peça. Uma corrente muito baixa resulta em fusão incompleta e inclusões, enquanto uma corrente muito alta aumenta o risco de burn-through (perfuração) e distorção. A habilidade do operador de coordenar a corrente fornecida pela fonte de energia, o avanço da tocha e a alimentação manual do consumível é o que define a qualidade final da união. A precisão do arco CC- torna este processo a solução de escolha para juntas críticas em aços de cromo e níquel, onde a penetração controlada e a baixa distorção são requisitos de projeto inegociáveis.
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